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2013-11-23T14:17:40-02:00
OS OBJETIVOS DO MANUAL DE SEGURANÇA 
E BOAS PRÁTICAS DO LABORATÓRIO QUÍMICO DA UNIFESP DIADEMA SÃO:
 Fornecer um guia geral e regras básicas consideradas mínimas para o funcionamento seguro dos laboratórios de 
aulas práticas; 
 Proteger os funcionários (as), alunos (as) e professores (as) de riscos e acidentes em laboratórios químicos; 
 Definir as responsabilidades do responsável e do pessoal técnico para o funcionamento seguro dos laboratórios 
de aulas práticas; 
 Fornecer um padrão de boas práticas de segurança dos laboratórios. 


É comum que os laboratórios químicos sejam montados em edificações não apropriados para eles e instalados 
em áreas que serviam para outras finalidades e que foram desocupadas. 
Com a ampliação das salas de laboratórios Químicos na Unifesp Diadema, torna-se necessário a reforma ou 
construção de um novo sistema de segurança e prevenção, tendo em vista que o local é ―apertado‖ e sem uma 
estrutura adequada para a implementação de um laboratório químico o que acaba implicando em uma série de 
dificuldades e nem sempre as normas de segurança são seguidas, obedecidas e respeitadas. 
A montagem do laboratório deve incluir todos os requisitos de segurança, mesmo os menores detalhes devem 
ser previstos no projeto inicial evitando futuras e indesejáveis alterações no projeto final. 
A montagem e o projeto de qualquer tipo de laboratório requer um investimento considerável tanto em 
equipamentos quanto em treinamento de pessoal, sendo fundamental especificar os equipamentos que atendam 
às suas necessidades, avaliar seu desempenho e colocá-los em operação. Além disso, é fundamental saber: 
 Quais são as instalações indispensáveis para um bom laboratório; 
 Como elaborar os procedimentos de calibração que garantam a rastreabilidade desejada e que estejam em 
conformidade com a NBR ISO IEC 17025; 
 Como preparar o laboratório para obter acreditação junto ao Inmetro; 
 Como projetar a melhor capacidade de medição; 
 E quais são os métodos de calibração mais adequados. 
Para cumprir com as suas diferentes especificações técnicas, a montagem de um laboratório deve incluir todos 
os requisitos de segurança. Mesmo os pequenos detalhes devem já ser previstos no projeto inicial, evitando 
futuras alterações na montagem final. Assim, os itens como a topografia do terreno, orientação solar, ventos, 
segurança da edificação e dos profissionais e alunos (as), situação e tipo das bancadas, capelas, estufas, muflas, 
o tipo do piso e sua cor, material de revestimento das paredes e sua cor, iluminação artificial e ventilação devem 
ser especificamente dirigidas ao tipo de laboratório que se quer construir. 
Deve Ser Dada Total Prioridade Nos Seguintes Itens: 
 Iluminação natural; 
 Ventilação natural; 
 Situações e tipos de bancadas; 
 Capelas; 
 Estufas; 
 Muflas; 
 Tipos de piso, parede, material de revestimento, etc...; 
 Iluminação artificial; 
 Posição das portas de saídas de emergências; 
 Largura dos corredores de circulação; 
 Áreas externas para armazenamento e uso de gases;

CLASSIFICAÇÃO DE RISCOS: 
A classificação de riscos de um determinado microrganismo patogênico baseia-se em diversos critérios que 
orientam a avaliação de risco e está principalmente orientada pelo potencial de risco que oferece ao indivíduo, à 
comunidade e ao meio ambiente. 
Cada país adota uma classificação, onde os microrganismos exóticos sofrem um controle rigoroso das 
autoridades de saúde pública. 
Até 1995, o Brasil utilizava as classificações existentes mundialmente, tais como a do Center for Disease 
Control (CDC), National Institute of Health (NIH), Institut National de la Santé et de la Recherche Médicale 
(INSERM), Comunidade Européia, dentre muitas. Todas as classificações utilizam os mesmos critérios para a 
avaliação de risco dos microrganismos, porém existem alguns critérios variáveis de acordo com a realidade 
epidemiológica local, o que pode levar à confusões. 
No Brasil, em 1995, com a formação da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, em cumprimento da Lei 
nº 8.974 e do decreto nº 1.752, do Ministério de Ciência e Tecnologia, surgem uma série de instruções 
normativas, para o gerenciamento e normatização do trabalho com engenharia genética e a liberação no 
ambiente de OGMs em todo o território brasileiro. Dentre elas está a Instrução Normativa nº 7, de julho de 
1997, que estabelece normas para o trabalho em contenção com organismos geneticamente modificados e, 
apresenta, em seu anexo, a classificação de agentes etiológicos humanos e animais com base no risco 
apresentado. Esta instrução agrupa os microrganismos em classes de 1 a 4, sendo a classe 1 a de menor risco e a 
classe 4 a de maior risco.
2013-11-23T14:30:57-02:00
São lugares que estudam a química do espaço,ou seja eles estudam o que acontece lá no espaço como o mexer de todas as estrelas que lá ficam. Espero ter te ajudado!