Para Weber há uma relação direta entre a condição em que se constrói a vida em sociedade e o sentido que se dá a ação social. Para o filósofo, não se pode generalizar o comportamento social e tentar padronizá-lo através de uma classificação. Cada sociedade pode construir diferentes sentidos para o poder político, o trabalho, para a família, enfim, para as diversas instituições sociais. Sobre esta questão julgue as afirmativa abaixo e assinale a alternativa correspondente: 1. Em sociedades, na qual o trabalho tem um valor social significativo e justifica a riqueza construída ao longo do tempo, a disposição ao trabalho pode ser mais forte e permitir uma ação mais intensa quando for necessária uma atividade econômica que exija um maior esforço social. 2. No Brasil, por exemplo, a escravidão não gerou qualquer resistência ao trabalho, ao contrário, intensificou a atividade laboral como uma forma de compensar materialmente a atividade profissional. 3. A relação de trabalho é estudada em diversas obras de Weber, mas a que tem maior peso em sua trajetória é "A Ética Protestante e o Espírito Capitalista", onde o pensador alemão critica o conceito de trabalho das comunidades puritanas, as quais condenavam a atividade laboral como uma prática pecadora. 4. Weber demonstrou em seus estudos que as sociedades de culto cristão católicas são mais propensas a defesa do trabalho como uma atividade digna e são mais abertas às práticas financeiras do que as protestantes. ALTERNATIVAS Somente as alternativas 1 e 2 estão corretas. Somente as alternativas 2 e 3 estão corretas. Somente as alternativas 3 e 4 estão corretas. Somente as alternativas 1 e 4 estão corretas. Todas as alternativas estão corretas.

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Respostas

2013-04-26T00:13:04-03:00

1E4

 1. Em sociedades, na qual o trabalho tem um valor social significativo e justifica a riqueza construída ao longo do tempo, a disposição ao trabalho pode ser mais forte e permitir uma ação mais intensa quando for necessária uma atividade econômica que exija um maior esforço social.

4. Weber demonstrou em seus estudos que as sociedades de culto cristão católicas são mais propensas a defesa do trabalho como uma atividade digna e são mais abertas às práticas financeiras do que as protestantes.