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2014-03-26T17:33:50-03:00
Em novembro de 2013, o então presidente da Ucrânia, Viktor Yanukovich, se recusou a assinar um acordo com a União Europeia, priorizando as relações com a Rússia. Em troca, recebeu a promessa de um pacote de ajuda de US$ 15 bilhões de Moscou, além da redução do preço do gás importado dos russos. Milhares de pessoas foram às ruas de Kiev e outras cidades para protestar contra a decisão
O governo aprovou leis que limitavam as manifestações e reprimiu com violência a ocupação de praças e prédios públicos. Em fevereiro, ao menos 82 pessoas morreram em confrontos entre ativistas e as forças de segurança
Em 22 de fevereiro, um dia após ter acordado concessões com a oposição, Yanukovich deixou a capital, Kiev, e o palácio presidencial e outros prédios governamentais foram ocupados por milícias. O Parlamento, também cercado, decidiu afastá-lo do cargo. Um governo interino começou a ser montado e eleições foram convocadas para maio deste ano.
A população das regiões leste e sul do país, especialmente da Crimeia, foi às ruas para protestar contra o que consideram um golpe de Estado em Kiev. A Rússia, aliada de Yanukovich e com interesses na região, também condenou a medida.
A ex-república soviética é rota de diversos gasodutos que transportam o gás russo para a Europa. Além disso, a Rússia mantém uma base militar estratégica na Crimeia, região ucraniana onde a maioria da população tem origem russa.
Com um impacto limitado da crise na Crimeia, o segundo cenário contemplado pelo BM, a queda do crescimento russo será menos forte, de 1,1% em 2014, e um aumento de 1,3 % em 2015.
A Rússia cresceu 1,3 % em 2013, longe das taxas robustas de anos anteriores. O governo de Vladimir Putin diminuiu o ritmo das reformas estruturais o que provocou uma "erosão da confiança dos investidores", nas palavras de especialistas do BC.

2014-03-26T17:55:30-03:00
Em novembro de 2013, o então presidente da Ucrânia, Viktor Yanukovich, se recusou a assinar um acordo com a União Europeia, priorizando as relações com a Rússia. Em troca, recebeu a promessa de um pacote de ajuda de US$ 15 bilhões de Moscou, além da redução do preço do gás importado dos russos. Milhares de pessoas foram às ruas de Kiev e outras cidades para protestar contra a decisão
O governo aprovou leis que limitavam as manifestações e reprimiu com violência a ocupação de praças e prédios públicos. Em fevereiro, ao menos 82 pessoas morreram em confrontos entre ativistas e as forças de segurança
Em 22 de fevereiro, um dia após ter acordado concessões com a oposição, Yanukovich deixou a capital, Kiev, e o palácio presidencial e outros prédios governamentais foram ocupados por milícias. O Parlamento, também cercado, decidiu afastá-lo do cargo. Um governo interino começou a ser montado e eleições foram convocadas para maio deste ano.
A população das regiões leste e sul do país, especialmente da Crimeia, foi às ruas para protestar contra o que consideram um golpe de Estado em Kiev. A Rússia, aliada de Yanukovich e com interesses na região, também condenou a medida.
A ex-república soviética é rota de diversos gasodutos que transportam o gás russo para a Europa. Além disso, a Rússia mantém uma base militar estratégica na Crimeia, região ucraniana onde a maioria da população tem origem russa.
Com um impacto limitado da crise na Crimeia, o segundo cenário contemplado pelo BM, a queda do crescimento russo será menos forte, de 1,1% em 2014, e um aumento de 1,3 % em 2015.
A Rússia cresceu 1,3 % em 2013, longe das taxas robustas de anos anteriores. O governo de Vladimir Putin diminuiu o ritmo das reformas estruturais o que provocou uma "erosão da confiança dos investidores", nas palavras de especialistas do BC.