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2014-03-29T15:43:15-03:00
-.O séc. 16 é da dinastia Tudor que vai através de seus monarcas Henrique 7, Henrique 8 e Elizabeth I, constituírem um Estado Nacional Moderno e consolidam o absolutismo, a parte fundamental desse processo vai ser a estrutura de uma igreja inglesa protestante. 
O monarca Henrique 8 rompe com a igreja de Roma e consolida internamente a sua liderança em torno da estrutura religiosa dentro da Inglaterra. Por questões pessoais em sua busca por encontrar herdeiros masculinos e por questões religiosas que passava por uma antipatia popular profunda em relação a igreja de Roma, e por questões da própria formação do estado nacional monárquico em funções das necessidades que Henrique 8 encontrava em obter fundos econômicos para consolidar a estrutura burocrática civil e militar, primordiais para o estabelecimento do absolutismo da Inglaterra. Henrique 8 junto a igreja Anglicana, muda muito pouco da estrutura hierárquica do próprio ritual religioso, eliminando apenas alguns elementos formais dentro dessa nova estrutura religiosa em que se formava o anglicanismo, e se lança como líder supremo dessa religião, e nesse contexto ele era o chefe monárquico inglês e também chefe da religião na Inglaterra. 
No séc.16 é o séc. das guerras religiosas, onde uns dos principais aspectos a fundamentarem o poder monárquico era a teoria dos direitos divinos, e nesse sentido valia uma fé um rei, na medida que os direitos divinos assinalava que o monarca se apresentava como um intermediário e escolhido de Deus junto a humanidade, era de fundamental importância que todos os súditos participassem da mesma fé desse monarca. Posteriormente a Henrique 8, uma outra figura importante surge, Elizabeth I. Ela aparece no momento em que a rivalidade com a Espanha chegava no auge. Depois que Henrique 8 havia estabelecido na Inglaterra o anglicanismo, a Espanha se transforma num inimigo em potencial, a igreja católica havia conferido a Espanha e Portugal o papel de representantes do catolicismo no Novo Mundo, esse papel foi aceito pelos monarcas espanhóis na qual, eles tinham convicção que haviam sido escolhidos por Deus para converter novos fieis da América a religião católica.