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2014-04-27T23:32:44-03:00
A cultura italiana é repleta de surpresas para todos nós, além de ser um povo alegre e de sangue quente, os utalianos com toda a sua cultura proporcionam para nós vários ensinamentos e, entre as culturas existe várias tradições que aos poucos vamos desvendar. Uma delas é sobre o Arroz, italianos particularmente não costumam consumir arroz, mas quando é necessário comer, é bem diferente do nosso sendo mais comum a versão risoto, cozido com pouco mais de caldo, e não podemos deixar de falar sobre o vinho. Para conhecer um pouco mais dos costumes e tradições, a seguir apresentaremos algumas informações sobre a cultura italiana.História da Itália (Resumo)      A Itália é um país com mais de trinta séculos de história. Foi, de fato, sede de grandes civilizações que influíram profundamente na evolução de toda a cultura ocidental. Berço da civilização etrusca e sede de importantes centros históricos e culturais da civilização grega, foi o centro do Império Romano que, por centenas de anos, dominou o mundo ocidental.    A queda do Império Romano (476 DC) significou o fim de uma organização política, mas não o de uma civilização. Os invasores, freqüentemente primitivos como os povos provenientes do norte da Europa, acabaram por ser diretamente influenciados pela cultura romana, claramente superior na época.    Na história do país, sucederam-se divisões e reunificações. Carlos Magno, rei dos Francos, coroado imperador no ano de 800, reconduziu sob o poder de Roma quase todas as províncias européias do antigo império. Teve-se assim a restauração da idéia imperial, associada à religião cristã, com a criação do Sacro Império Romano, cujos limites se estendiam dos Pirineus ao Elba e ao Danúbio, do Mar do Norte ao Mar Adriático.    Com Carlos Magno e os seus sucessores, surgiu na Europa uma nova ordem política e social:  o feudalismo, assentado na subdivisão do Império em várias partes. Em todas as suas graduações, a nobreza feudal constituía uma classe privilegiada, dotada de terra e de bens, permeada por ideais guerreiros, fiel às instituições militares, completamente separada da massa da população servil e explorada. As cidades, ao contrário, embora escassamente povoadas, gozavam de certo bem-estar e de relativa prosperidade por causa da possibilidade de trocas comerciais e pela presença de pequenas oficinas locais, de caráter artesanal. Lançavam-se assim as bases para o desenvolvimento da autonomia das cidades, que no século XII se realizaram completamente com a criação das comunas, um ordenamento que se desenvolveu, sobretudo, na Itália setentrional e central, enquanto que na meridional este processo dói detido pelas conquistas normanda e sueva e pelas monarquias que aí se sucediam.     Nos séculos XIV e XV as comunas transformaram-se em Senhorias para salvar-se dos perigos externos e das lutas civis internas. A um “Senhor”, de fato, era confiada a direção de assuntos públicos, com plenos poderes. As famílias mais célebres que se sucederam no poder foram os Visconti e os Sforza em Milão, os Médici em Florença, enquanto a afirmar-se uma família, a dos Savóias, que teria grande influência sobre os destinos da Itália nos séculos seguintes.    Outro fato importante marcou a história deste período. Em 1453, a queda do Império Romano do Oriente e a conquista, pelos turcos, de grande parte da bacia do Mediterrâneo, impeliram os navegadores ao encontro de outras rotas para alcançar o extremo Oriente, fonte de aprovisionamento dos prósperos mercados europeus. Na busca de um novo caminho pra chagar à Índia, em 1492, Cristóvão Colombo descobriu a América, abrindo nova e importante página na história do mundo.    Na Itália, as lutas internas pela sucessão haviam, entretanto, favorecido o advento de outras dominações estrangeiras.    Outra virada será  conseqüência  da revolução francesa, cujos ideais, dos quais os italianos haviam sido espectadores e participes, lançaram suas sementes entre o povo. Dividida em sete Estados após o congresso de Viena (1815), conseqüência da derrota de Napoleão, a Itália começou o seu processo de reunificação que demandaria 50 anos de ásperas lutas. Os protagonistas desta batalha pela unificação foram Giuseppe Mazzini e Giuseppe Garibaldi, portadores de idéias republicanas e a casa dos Savóia, com o primeiro ministro Camilo Benso de Cavour. Em 1870 foi finalmente constituído o reino da Itália, e de Roma sua Capital.    O processo de unificação somente estaria concluído com a Primeira Guerra mundial que garantiu à Itália a anexação das regiões do Trentino e de Friuli e da cidade de Trieste.    Para livrar-se definitivamente da pressão exercida sobre suas fronteiras norte-orientais, pelo império Austro-Húngaro, a Itália teve porém de pagar um alto preço, constituído por muitas vidas humanas, e por uma situação econômica desastrosa.