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2014-05-04T17:35:25-03:00
O voto nulo é considerado, no sistema de urnas eletrônicas, quando o eleitor digita e confirma um número que não corresponde a nenhum candidato ou partido político oficialmente registrados. Esses votos representam a vontade do eleitor de anular seu voto.

Segundo informações do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) votos nulos são como se não existissem: não são válidos para fim algum e não determinam o quociente eleitoral.

Este voto só é registrado para fins de estatísticas e não é considerado um voto válido.


 O voto em branco era considerado, pelo Código Eleitoral de 1932, como incluído no calculo do quociente eleitoral.

Muitas discussões aconteceram por conta dessa determinação, principalmente porque a Constituição e a Lei Eleitoral eram contraditórias nesse tópico, já que a primeira estabelecia que votos brancos e nulos não seriam computados para a verificação da maioria absoluta.

Para resolver a questão, a nova Lei Eleitoral – Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997 – determinou que “nas Eleições proporcionais, contam-se como válidos apenas os votos dados a candidatos regularmente inscritos e às legendas partidárias.” Ou seja, votos brancos não seriam mais incluídos no calculo do quociente eleitoral e portanto têm a mesma validade que o nulo.

O voto é considerado branco quando o eleitor pressiona a tecla branco na urna eleitoral e confirma.
2014-05-04T17:39:56-03:00
De acordo com a legislação eleitoral, tanto os votos em branco quanto os votos nulos não são considerados validos, são excluídos de qualquer contagem e não são contabilizados para qualquer candidato. Os votos em branco são assinalados através de uma tecla especifica existente nas urnas eletrônicas. Já o voto nulo acontece quando o eleitor digita um numero que não é correspondente a nenhum candidato ou partido oficialmente registrado e confirma a combinação digitada.