Enquanto alguns países já discutem o lixo zero, o Brasil engatinha em todos os aspectos que envolvem a redução, reuso e reciclagem de resíduos sólidos.
Em boa parte do País, o descarte do lixo não segue métodos minimamente apropriados. Apenas cerca de 58% do total coletado tem como destino os aterros sanitários, terrenos que funcionam de acordo com as exigências legais. O restante é despejado em aterros controlados (24,2%) e em lixões (17,8%), que tecnicamente guardam poucas diferenças entre si.
O Brasil também recicla pouco: cerca de 4%, e seria ainda menos se não houvesse uma forte intervenção e organização de catadores.
“Nossa política de resíduos é recém-lançada”, lembra a pesquisadora Rizpah Besen, da Faculdade de Saúde Pública da USP, o que ajuda a explicar o atraso brasileiro em relação a outros países na gestão do lixo. “A Europa está debruçada sobre o tema há mais de 20 anos e, por isso, tem metas de redução muito mais avançadas.” Ainda assim, poucos países europeus, segundo ela, estão conseguido reduzir a geração. “Na Alemanha, com uma das maiores taxas de reciclagem no mundo (46%), poucos estados e municípios traçaram metas ambiciosas de redução.”

Fonte: Disponível em: <http://www.pagina22.com.br/wp-content/uploads/2013/09/Pagina22_Ed78.pdf>. Acesso em: 10 maio 2014. (Adaptado).
Considerando a temática apresentada, pode-se inferir:

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Respostas

2014-06-09T11:57:43-03:00
O Brasil tem muito a avançar com relação ao descarte de resíudos solidos