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2014-06-14T16:16:44-03:00
Em 1964 a China lançou sua primeira bomba atômica no mundo, seguida logo após de uma bomba de hidrogênio. Com isso a União Soviética se sentiu ameaçada por perder a hegemonia que possuía em armas nucleares sobre o bloco socialista. Assim a URSS rompeu com a China, retirando todos os seus funcionários do local, o que piorou ainda mais as condições econômicas da China, que ficou muito afetada.
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2014-06-14T16:57:20-03:00
Em 1949, os trabalhadores chineses organizaram e venceram o conflito que estabeleceu a formação da República Popular da China. Tomado por orientação nitidamente comunista, o novo governo teria peso e importância política fundamental para que um bloco de nações socialistas tomasse corpo no contexto político internacional. Afinal, a União Soviética era o único país de grande expressão capaz de fomentar a presença de governos socialistas pelo mundo.

Inicialmente, notamos que a experiência revolucionária chinesa foi abertamente apoiada pelo governo socialista soviético. Até o ano de 1954, os soviéticos apoiavam a China com a realização de diversos acordos de cooperação econômica que vieram a fortalecer a econômica do recém formado Estado de esquerda. No entanto, a partir de 1957, essa relação de cooperação política e econômica chegou ao seu fim quando o governo soviético passou a ser liderado por Nikita Khrushchev.

Sob o comando de Khrushchev, a União Soviética passou a vivenciar uma política de reforma de várias ações tomadas por Josef Stalin e a abertura de diálogo com as nações capitalistas. Essa nova situação abriu caminho para uma grave crise entre soviéticos e chineses. O primeiro sinal desse abalo aconteceu em 1959, quando a União Soviética decidiu romper o compromisso de fornecer armas nucleares aos chineses para então viabilizar um encontro com o presidente norte-americano Dwight Eisenhower.

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