Respostas

2014-06-25T09:09:13-03:00
Por incrível que pareça é necessário a participação das duas partes para que a fome, mesmo que não seja findada, venha ser subtraída.
Os governantes pessoas instituídas por nós eleitores tem o poder de criar leis e programas para que o alimento, ao menos o básico, venha ser alcançado por todos.
Por outro lado é imprescindível a distribuição correta de alimento pelo mundo. Contudo é preciso lembra que tudo isso, requer que fatores econômicos e sociais, venha ter o mesmo ponto de vista, pois senão nada será alcançado a não ser mais miséria.
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2014-06-25T12:13:33-03:00

PONTIFÍCIO CONSELHO «COR UNUM»A FOME NO MUNDO
UM DESAFIO PARA TODOS: O DESENVOLVIMENTO SOLIDÁRIO
APRESENTAÇÃOÉ com todo o gosto que procedo à apresentação do documento "A fome no mundo. Um desafio para todos: O desenvolvimento solidário". Trata-se de um texto cuidadosamente preparado pelo Pontifício Conselho "Cor Unum", por indicação do Santo Padre João Paulo II. Mais uma vez este ano, na sua Mensagem Quaresmal, o Sucessor de Pedro se fez porta-voz de todos aqueles que não dispõem de um mínimo vital: "A multidão de famintos, constituída por crianças, mulheres, idosos, imigrantes, prófugos e desempregados, eleva para nós o seu grito de dor. Eles imploram-nos, à espera de ser escutados".Este documento situa-se no caminho indicado por Jesus Cristo aos seus discípulos. A pessoa e a mensagem de Jesus centram-se, efectivamente, na revelação de que "Deus é amor" (1 Jo 4, 8), um amor que redime o homem e o resgata da suas múltiplas misérias para restituir a sua plena dignidade. No decurso dos séculos a Igreja deu inumeráveis expressões concretas a esta solicitude de Deus. Poder-se-ia apresentar a história da Igreja também como uma história da sua caridade para com os mais pobres, tendo como protagonistas os cristãos que testemunharam aos seus irmãos necessitados o amor de Cristo que dá a vida pelo próximo.Este estudo deseja contribuir para o empenho dos cristãos em partilhar as maiores dificuldades e carências dos homens de hoje. São de grande actualidade os temas aqui tratados: tanto na descrição da fome no mundo, como na apresentação das implicações éticas da questão, que dizem respeito a todos os homens de boa vontade.A publicação assume especial importância na perspectiva do Grande Jubileu do ano 2000, que a Igreja se prepara para celebrar. O espírito do documento não se inspira em alguma ideologia, mas deixa-se guiar pela lógica evangélica, convidando ao seguimento de Jesus Cristo vivido no dia-a-dia.Esperando que esta publicação possa contribuir para formar a consciência no exercício da justiça distributiva e da solidariedade humana, faço votos pela sua mais ampla difusão.