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2014-08-19T21:56:29-03:00
Cirrose, o figado vai 'encolhendo' até chegar em uma fase que ele não aguenta e mais e causa a cirrose.
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A melhor resposta!
2014-08-19T22:26:27-03:00
Cabelo O consumo frequente pode desidratar o couro cabeludo, torná-lo quebradiço e, em alguns casos, levar à queda dos fios. Cérebro Um dos primeiros efeitos do álcool é uma leve sensação de relaxamento e bem-estar. Mas, dependendo da concentração encontrada no sangue, essa sensação pode se transformar em irritação e agressividade. Em poucos minutos, o álcool também provoca perda dos reflexos, prejuízo de julgamento e alteração da memória, entre outros. Olhos A neurite ótica causada pelo consumo abusivo de álcool esgota as reservas de zinco e de vitamina B1 do organismo e, em alguns casos, pode levar o indivíduo à cegueira. Boca A médio e longo prazo, a bebida pode aumentar o risco de lesões na boca e de inflamação nas gengivas. Cerca de 80% dos cânceres de boca, faringe e laringe estão relacionados ao álcool. Segundo pesquisadores australianos, até mesmo enxaguatórios bucais com álcool podem aumentar a taxa de câncer oral. Coração O coração não está imune aos efeitos do álcool. O consumo exagerado pode causar desde hipertensão arterial até arritmia cardíaca. Em alguns casos, o indivíduo pode sentir palpitação, falta de ar e dor no tórax. Em outros, mais severos, o álcool pode lesionar suas fibras musculares e provocar uma doença chamada miocardiopatia alcoólica. Estômago O efeito do álcool no organismo está diretamente relacionado à quantidade de comida existente no estômago. Se o indivíduo bebe de estômago vazio, a absorção é muito maior. E o estrago também. O álcool irrita a mucosa estomacal e contribui para a formação de úlcera e gastrite. Em poucos minutos, causa azia, queimação e dor de cabeça. Esôfago Depois que entra pela boca, o álcool dirige-se para o esôfago. Lá, pode danificar as células e causar uma inflamação conhecida como esofagite. Também pode provocar dor, azia e queimação. A médio e longo prazo, até hemorragia. Cerca de 75% dos casos de câncer no esôfago são atribuídos ao consumo de bebida alcoólica. Cerca de 80% do álcool é absorvido pelo intestino delgado — os 20% restantes, pelo estômago. No intestino delgado, o consumo excessivo pode causar úlcera e câncer. Depois de absorvido pelo intestino, o álcool entra na corrente sanguínea. Em questão de segundos, o sangue irriga essa substância para todo o organismo. Fígado De todos os órgãos, ele é o mais atingido — por ser o único que metaboliza álcool no organismo. Em média, o fígado leva uma hora para metabolizar uma lata de cerveja. Se o indivíduo toma dez latas, vai ficar com essa substância no sangue por, pelo menos, dez horas. A médio e longo prazo, pode desencadear doenças graves, como hepatite e cirrose. Pâncreas O pâncreas é o órgão do corpo responsável pela produção de insulina e de enzimas digestivas. Em excesso, o consumo de bebida alcoólica pode causar sua inflamação e levar o indivíduo a sofrer de pancreatite. A inflamação do pâncreas pode resultar, também, na destruição das células que produzem insulina e provocar o surgimento de diabetes. Sangue Depois de absorvido pelo sangue, o álcool é eliminado do organismo de três formas: o rim elimina 5% dele pela urina; os pulmões, outros 5% pelo ar; e o fígado, por fim, metaboliza os 90% restantes. Sua circulação na corrente sanguínea também altera a produção dos glóbulos vermelhos e torna o indivíduo mais vulnerável à anemia. Pele A desidratação provocada pelo consumo abusivo aumenta o risco de psoríase, uma doença de pele, benigna e crônica. Músculos O álcool prejudica a absorção de vitaminas do complexo B. Isso pode acarretar uma atrofia muscular nos membros inferiores chamada polineurite alcoólica. Em tempo: as mulheres sentem mais os efeitos do álcool. A reação de uma lata de cerveja no corpo delas equivale a de duas. Aparelho reprodutivo No homem, o uso crônico de álcool pode causar impotência e afetar o desempenho sexual. Nas mulheres, o consumo durante a gravidez pode levar à síndrome fetal alcoólica — uma alteração genética que provoca deformação física e retardo mental. Há risco de inibir a produção de hormônios e provocar infertilidade.
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