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2014-08-26T20:23:35-03:00
Durante a década de 1970 a URSS já demonstrava ao mundo que não rivalizava mais contra os EUA como antes. Esses sinais de esgotamento econômico já começaram aparecer a partir da divulgação de graves problemas como a falta de comida, a URSS teve que começar a importar trigo do ocidente, tanto do oeste europeu, Argentina, e até mesmo, dos EUA.

O governo soviético de Leonid Brezhnev, ciente da necessidade de direcionar para o setor civil parte do desenvolvimento obtido na indústria bélica, tentava esvaziar a corrida armamentista, assinando com os EUA vários acordos para redução da fabricação de mísseis, como os acordos SALT.

As coisas se aceleram na década de 80. Do outro lado do Atlântico, chega ao poder dos EUA Ronald Reagan, que, como presidente do conservador Partido Republicano, vê na URSS um mortal inimigo a ser combatido em todas as frentes. O governo norte-americano passa a armar as guerrilhas afegãs, afundando a URSS numa guerra de desgaste violento.

A União Soviética estava saturada de problemas militares e políticos. A população se rebelava em vários países pedindo democracia e o fim do sistema socialista. Assim foi que, progressivamente, os países deixaram de integrar a União Soviética. Sua completa fragmentação já não deixava dúvidas ou qualquer esperança sobre seu futuro, a definitiva dissolução da mesma. No auge da crise, vários países abandonaram a União Soviética. Na Rússia, Boris Yeltsin assumiria o cargo de presidente, em 1991, e decretaria o final da União Soviética, permitindo a criação de novos países.

A Crise Soviética levou à dissolução da União Soviética e, por consequência, ao término da Guerra Fria. Neste conflito, os Estados Unidos consagraram-se como vencedores e o sistema capitalista tomou seu posto de liderança incontestada no mundo.
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