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2014-08-31T19:25:50-03:00
Dmitri Mendeleev nasceu em Tobolsk, na Sibéria, Rússia, em 1834. Foi o décimo quarto e último filho de um professor de literatura russa e de uma dona de uma fábrica de vidros. Desde cedo, na escola, se interessou por ciências, história e matemática, e tinha aversão por línguas antigas e teologia. Sua mãe, Maria, teve grande influência em sua educação. Como a família morava perto da fábrica de vidro onde ela trabalhava, Dmitri aprendeu a gostar de temas relacionados à indústria. No início da adolescência, o pai dele morreu num incêndio que destruiu a fábrica de vidro, deixando a família numa pobreza extrema. Mas sua mãe não desistiu da educação de sua educação e levou-o a São Petersburgo para estudar. Lá ele ingressou aos 16 anos no Instituto Pedagógico Central, onde teve professores que despertaram seu interesse por experiências, classificação de animais, análises químicas e educação. Acabou-se formando em 1855 com um desempenho brilhante. Aos 20 anos, escreveu seu primeiro artigo científico e, um ano depois, recebeu do Instituto o prêmio ‘estudante do ano’.

Mas Mendeleev tinha um forte temperamento e acabou-se desentendendo com um importante funcionário do Ministério da Educação, que o nomeou professor de um colégio na península de Crimeia, fechado por causa da guerra que acontecia lá. Dois meses depois, como não conseguiu trabalhar, Mendeleev foi para Odessa dar aulas em um liceu. Durante esse período, pesquisou as relações entre as formas dos cristais e a composição química das substâncias. Em Odessa, preparou sua dissertação de mestrado, em que discorria sobre as propriedades químicas e cristalográficas das substâncias e a relação com seus volumes específicos. Acabou defendendo seu trabalho em setembro de 1856 na Universidade de São Petersburgo. No mês seguinte, apresentou uma tese para obter o cargo de livre-docente da universidade. E já em 1857 começou a dar aulas de química.
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2014-08-31T19:28:04-03:00
A tabela periódica de Mendeleev foi a primeira a demonstrar os elementos que existiam na natureza. Provou que o mundo não era feito de uma só matéria-prima, como acreditavam Tales de Mileto e Anaxímenes, nem de quatro, como supos Aristóteles, e sim daqueles que continham na tabela.
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