Analise o gráfico abaixo:
Em 2010, dos 24,8 milhões de brasileiros que buscaram emprego...


O salário de profissionais que têm o Ensino Médio completo é 73% superior ao salário dos profissionais que estudaram até a 4ª série.

(http://senna.globo.com/institutoayrtonsenna/relatorioonline/lideEducacao2010/cenario-educacao.html) acesso em 04 de setembro 2013. Leia o texto a seguir: Conforme publicação do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) em março de 2011, no Brasil, os pobres representavam mais da metade dos desempregados, correspondendo a quase 55% do total. Esse dado é muito significativo, pois se pensarmos nas dificuldades das classes mais pobres em terem acesso a uma educação de qualidade, veremos como poderá se perpetuar a exclusão do acesso ao emprego de uma fatia da sociedade. Segundo dados publicados pelo Governo Federal em março de 2011, o Brasil teve um aumento de 7,5% em seu PIB em 2010, passando, dessa forma, para a posição de 7ª maior economia do mundo. Obviamente, são números expressivos e significativos, pois representam o salto que a economia brasileira viveu nessa última década. Porém, o crescimento do PIB não resolve por si só os desafios sociais do país (embora possa significar algum progresso), dentre eles criar políticas educacionais universais e de qualidade (do ensino fundamental à pós-graduação), com vistas à erradicação da pobreza e da exclusão social. Assim, o crescimento econômico do país deve promover também o desenvolvimento social, o qual implica em maior expectativa de vida, maior distribuição de renda e melhores condições para que se possa estudar mais, alcançando-se maior nível de instrução e preparo para melhores postos de trabalho. Dessa forma, se o Estado não promover políticas e investimentos em educação e se os resultados do crescimento econômico se concentrarem nas mãos de poucos, ele mesmo (o crescimento) poderá ser comprometido pela falta de mão de obra especializada. Sem melhor educação, contrariando o ditado popular, o Brasil não será o país do futuro. (http://www.brasilescola.com/sociologia/educacao-emprego.htm) acesso em 04 de setembro 2013.

Considerando que o autor sugere que a dificuldade de acesso das classes mais pobres a uma educação de qualidade poderá comprometer o crescimento do país por falta de mão de obra especializada, quais políticas e estratégias deveriam ser criadas no plano educacional para estimular a plena inserção dos menos favorecidos e diminuir o índice de desemprego no país? Proponha duas ações, apresentando
argumentos que deem suporte à sua resposta.

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Respostas

2013-10-06T08:33:40-03:00
Sendo o índice de desemprego já maior  aos menos afortunados, devemos priorizar um desenvolvimento focalizado a escolas publicas.. de um modo em que elas se tornem competitivas a tal modo que atraia a atenção dos mais afortunados também, fazendo com que as pessoas “lutem ” por uma vaga em nossas escolas publicas, e quem não conseguisse uma vaga, teria que pagar uma mensalidade em uma escola particular. Porem, esta é uma realidade ainda bastante distante para o Brasil. Mas uma maneira de contribuição para se atingir esta meta, seria uma porcentagem de investimento constante em professores de tal forma para especializa-los e treina-los a um método de ensino de qualidade. Quase como uma faculdade de qualidade incentivada pelo governo com finalidade de criar professores, onde para se tornar um professor registrado deveria se passar por ela. E com o tempo o país iria ter uma boa melhora através desta sofrendo cada vez mais fiscalizações e exigindo o seu cumprimento de tal forma em que exista um tempo para adaptação determinado. ..Uma segunda maneira, seria.. Adentrar disciplinas que desenvolvam os valores humanos que existem dentro de cada um, disciplinas como politica, filosofia, artes, empreendedorismo e esportes, são disciplinas que ajudam as pessoas a criar respeito, moral, ética, criatividade, autocontrole, além de outras coisas. Algumas destas disciplinas já estão presentes em nossas escolas, mas não fazem parte das mesmas.. O que quero dizer com isso, é que elas não recebem valor das próprias instituições. E as mesmas não investem o tempo que deveriam tornando a presença dessas disciplinas dispensável de tão insignificante que se torna seu ensino.
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