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Montevideo, 28 sep (EFE).- La incidencia de la pobreza en los colectivos afrodescendientes de América Latina es “el doble” que la que sufre el resto de la población, advirtió hoy la directora en esta región del Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD), Rebeca Grynspan.

Grynspan se expresó así en la presentación en Montevideo del seminario “Las mujeres afrodescendientes y la cultura latinoamericana: identidad y desarrollo”, en el que participan representantes de 17 países latinoamericanos y que se prolongará hasta mañana.

El encuentro, organizado por la Dirección Regional del PNUD y financiado por la Comisión Europea y el Gobierno de Noruega, fue inaugurado, a través de videoconferencia, por el secretario general iberoamericano, Enrique Iglesias, quien no pudo acudir por su asistencia a la Asamblea General de la ONU en Nueva York.

Iglesias ensalzó la “creatividad” y la “tenacidad” de las mujeres de ascendencia “afro” y recordó que a lo largo de sucesivas generaciones “han sido enfrentadas a una doble discriminación” en América Latina: por ser “mujeres” y por ser “afrodescendientes”.

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2014-02-11T21:02:15-02:00
 Montevidéu, 28 de Setembro -.
 A incidência da pobreza em grupos de ascendência Africana na América Latina é o dobro do que sofreu o resto da população, alertou hoje a diretora regional do Programa da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Rebeca Grynspan. 
 Grynspan, que falava na apresentação do seminário em Montevidéu "mulheres afro-descendentes e da cultura latino-americana: identidade e desenvolvimento", em que participam representantes de 17 países da América Latina e ocorrerá até amanha. 
 O encontro, organizado pelo Escritório Regional do PNUD e financiado pela Comissão Europeia e pelo Governo da Noruega, foi inaugurado através de vídeo conferência pelo Secretário-Geral Ibero-Americano, Enrique Iglesias, que não pôde comparecer por estar participando da Assembleia Geral da ONU em Nova York. 
Iglesias elogiou a "criatividade" e a "tenacidade" das mulheres de afrodescendência e lembrou que ao longo das gerações "vem enfrentando uma dupla discriminação" na América Latina como "mulheres" e por serem de " descendência Africana ".



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