As temperaturas do planeta estão subindo, o aumento do nível do mar ameaça engolir o litoral em várias partes do mundo e a população, mais do que nunca, quer saber o quão preocupada deve ficar. Uma resposta de peso será dada nesta sexta-feira.

Cerca de 500 cientistas e funcionários de governos se reuniram ontem em Paris para uma semana de edição, palavra por palavra, de um relatório há muito aguardado sobre o quão rápido o mundo está esquentando, o quão sério é o aquecimento e o quanto dele é culpa de atividades humanas.

O relatório do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática), comitê de 2.500 especialistas trabalhando sob a égide da ONU, pode influenciar a política de muitos governos e empresas sobre o combate ao efeito estufa.

Os cientistas estão tentando silenciar sobre o conteúdo do relatório --o que não impediu que diversos dados tenham 'vazado' aqui e ali para a imprensa ao longo das últimas semanas-, mas dizem que ele é mais preciso e mais específico que suas últimas versões (a mais recente é de 2001) e mais categórico ao prever verões mais quentes, derretimento acelerado de geleiras e o que tudo isso significa para o futuro.

O painel fará previsões sombrias sobre o contínuo aumento da temperatura da Terra até 2100 e reforçará, para além de dúvidas razoáveis (o grau de 'certeza' do texto final está sendo debatido), que só a contribuição de atividades humanas como a queima de combustíveis fósseis é capaz de explicar essa tendência.

Pode haver discussões nesta semana, no entanto, sobre o quanto o nível do mar deve subir. Versões anteriores do novo relatório, conhecido pela sigla AR4 (Quarto Relatório de Avaliação, em inglês), projetam uma elevação menor (12,7 cm a 58 cm) do que o documento de 2001 (9 cm a 88 cm).

Mas muitos cientistas de renome rejeitam esses números, dizendo que a previsão está defasada. Ela não incluiria, por exemplo, dados recentes sobre degelo acelerado de calotas polares na Groenlândia e na Antártida, o que contribui expressivamente com o aumento no nível global do oceano. Um estudo publicado no fim do ano passado na revista 'Science', por exemplo, prevê uma elevação de até 1,4 m.

Muitos temem que esse degelo alagará as zonas costeiras antes do previsto. Outros dizem que o derretimento é temporário e não terá muito impacto no nível do mar.

Ontem, o Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Ambiente) divulgou dados mostrando que 30 geleiras de montanha ao redor do mundo estão derretendo três vezes mais rápido que nos anos 1980. O impacto disso no nível do mar, no entanto, ainda é incerto. Preciso produzir uma Carta do Leitor baseda na Notícia desse texto , por favor me ajudem ! Desde já agradaço

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Não ,
No Modúlo esta assim :
Redação
. Leia as páginas 62 , 63 ( no livro ) Viver e Aprender vol. 02
. Produza uma carta do leitor baseada na notícia que você leu nas páginas ( 62 e 63). e apresente ao professor
Entendo aline, mas vou fazer como ela pediu, pois lá em cima eu também não tinha entendido, por isso pedir para ela melhor descrever o que queria. Pronto Alefer está aí, espero que seja isso.
Obrigado pela "melhor resposta" precisando estamos aqui para ajudar.

Respostas

A melhor resposta!
2014-02-12T14:03:54-02:00
AQUECIMENTO GLOBAL REALIDADE NOTÓRIA Que a terra está se aquecendo, isso não é novidade para ninguém, que os níveis do mar estão subindo em virtude do derretimento das geleiras ameaçando cidades litorâneas por todo o mundo todos já sabem, o que a população quer saber é: até que ponto isso é surreal ou real. Cientistas, pessoas de notório saber científicos, tem trabalhado para demonstrar à saciedade os níveis preocupantes do aquecimento do planeta e os derretimentos de geleiras. Em Paris, cerca de 500,desses eminentes, reuniram-se a fim de debater o tema, cujo relatório central debruça sobre a responsabilidade humana, acompanhada de integrantes do IPCC (Painel Intergovenamental sobre Mudanças Climáticas), compostos de 2.500 cientistas amando da Onu, que, quiçá, poderá mudar o modus operante de empresas e governo. Aludido relatório –cujas informações vazaram - trás previsões sombrias: verões mais quentes e derretimento acelerado de geleiras. Em estudos passados, a AR4 (Quarto relatório de Avaliação) havia projetado uma elevação do mar entre 12,7 cm a 58 cm frente 9 cm e 88 cm em face do documento dos cientistas. Porém tudo isso são expectativas, e cientistas experientes não aceitam tais dados, assinalando que não fora levada em consideração fatos como: degelo acelerado de calotas polares na Groelândia e na Antártida o que é fator de peso. Um bom exemplo desse argumento levantado pelos cientistas é que a revista sciência prevê uma elevação do mar de até 1,4 m. A preocupação é grande, pois zonas costeiras poderão ser alagadas; outros mais otimistas dizem que o impacto não é nada. Mas o que é certo é que as geleiras estão derretendo, e isto é preocupante, como bem aponta o Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Ambiente), cujo estudo demonstra o derretimento de 30 geleiras em volta do mundo acelerado  três vezes mais do que o normal na época de 1980, com impacto no nível do mar  incerto.
É isso!
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