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2014-03-14T01:29:20-03:00
Ao que se passou no período conhecido como o Primeiro Reinado (1822 - 1831), a base de nosso país era nada mais que a manutenção dos pilares da economia, sendo eles a liberdade comercial, manutenção dos latifúndios e escravidão. A unidade territorial foi mantida através da força. 

Com o surgimento do país, surgiram os projetos constitucionais, em que em um deles, a Constituição da Mandioca, objetivava limitar os poderes do Imperador, possuir voto censitário baseado nas terras, e garantir o poder nas mãos das elites brasileiras. O Imperador recusou a proposta e outorgou (impôs) a Constituição de 1824, com as características de defender a Monarquia constitucional hereditária, voto censitário por renda, liberdades individuais (com manutenção da escravidão), regalismo (submissão da igreja ao Estado, e divisão dos poderes em Executivo, Legislativo, Judiciário e Moderador (o qual intervia nas disputas entre os demais poderes para garantir a estabilidade). 

O período foi caracterizado por intensa crise, sendo ela na política (interesses do Imperador contra os da elite), na economia (alta dívida externa), na imagem pública, e crise sucessória em Portugal. Em meio ao contexto, D. Pedro I abdicou o trono a favor de seu filho D. Pedro II, que no momento era menor de idade para assumir o trono e deu-se início ao Período Regencial (1831-1840). Foi um período altamente instável, e após a ascensão de D. Pedro II ao poder a fase do Segundo Reinado teve início, onde o atual Imperador resolveu as questões que estavam pendentes e possuía poder absoluto (porém disfarçado). Houve expansão econômica, em que a glória encerrou-se com o conflito entre Paraguai x Brasil e o fim do Império surgiu pouco tempo depois.   
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