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2014-04-11T01:16:30-03:00
Para Augusto Comte, o Positivismo é a última etapa da humanidade, que se elevou do ‘estágio teológico’, no qual tudo se explicava de maneira mágica, e do ‘estágio metafísico’, no qual a explicação se contentava com palavras. A base teórica do positivismo, apresenta três pontos: 1) Todo conhecimento do mundo material decorre dos dados ‘positivos’ da experiência, e é somente a eles que o investigador deve ater-se; 2) existe um âmbito puramente formal, no qual se relacionam as idéias, que é o da lógica pura e o da matermática; e, 3) todo conhecimento dito ‘transcendente’ – metafísica, teologia e especulação acrítica – que se situa além de qualquer possibilidade de verificação prática, deve ser descartado. 

Hegel, filósofo alemão do século XIX explica o materialismo dialético afirmando que o processo dialético impulsiona o desenvolvimento da idéia absoluta pela sucessão de momentos de afirmação (tese) de negação (antítese) e de negação da negação (síntese). 

o materialismo dialético pode ser definido como a filosofia do materialismo histórico, cujo corpo teórico pensa a ciência da história. São quatro os princípios fundamentais do materialismo dialético: 1) a história da filosofia, ao apresentar uma sucessão de doutrinas contraditórias, dissimula um processo em que se apresentam o princípio idealista e o materialista; 2) o ser determina a consciência e não o inverso; 3) o contrário da dialética é a metafísica que coloca a matéria como estática, e toda matéria é dialética; 4) a dialética é o estudo da contradição na essência mesma das coisas. 

Assim, as pesquisas orientadas pelo método dialético, revelam a historicidade do fenômeno e suas relações em nível mais amplo situam o problema dentro de um contexto complexo, e, ao mesmo tempo, estabelece e aponta as contradições possíveis dentre os fenômenos investigados. Destaca-se aqui que as idéias de Freire (1983) educador brasileiro, cujas idéias foram sempre norteados por uma epistemologia dialética, explicitada na leitura crítica da realidade dessa sociedade capitalista, estruturada e organizada a partir da existência de oprimidos e opressores, e, principalmente, na difusão da idéia da libertação do sujeito como SER inconformado, autônomo e crítico, capaz de transformar toda situação de opressão e injustiça, superando qualquer situação 
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