Os produtos que estão a nossa volta surgem como se fossem parte da natureza, da paisagem do consumo. Se observarmos, eles sempre se renovam e atualizam. Acabam por encerrar qualquer dúvida de que estarão aqui amanhã e que nascem como o Sol, para uma perpetua convivência ao nosso lado. Porém, devem se renovar, mudar, desaparecer para outro surgir. É angustiante não ter algo diferente, novo e renovador ao nosso lado. O novo cansa e a tradição é renovar. Esta questão da renovação e da falsa naturalidade dos objetos está relacionada:ALTERNATIVASA preocupação que se tem com a durabilidade dos objetos e a necessidade de resgatar a sua função lógica. A própria sustentabilidade, preservação ambiental, depende de uma produção e consumo mais consciente de produtos.A pouca durabilidade dos objetos leva a substituição constante. Ao serem adquiridos se dá uma sensação de sentimento profundo e intenso, mas a convivência com os produtos os faz se deteriorarem, tanto pelo desgaste físico como pelo desprendimento emocional.A relação racional se sobressai na convivência com os ambientes e bens de consumo. Há uma relação direta entre a aquisição e a função que os objetos apresentam.Mesmo nas mensagens publicitárias não é possível negar a busca de apresentar a racionalidade dos bens de consumo. O quanto eles estão ligados diretamente a sua função prática. Nos objetos eletrônicos, como celulares, computadores, tablets e smartphones, este apelo à racionalidade fica mais claro.

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Respostas

2014-04-25T16:31:18-03:00
Se entendi bem a pergunta, fico com esta alternativa. >>Ao serem adquiridos se dá uma sensação de sentimento profundo e intenso, mas a convivência com os produtos os faz se deteriorarem, tanto pelo desgaste físico como pelo desprendimento emocional. 
Abraço
concordo para mim tb é aletra B
2014-04-25T16:45:14-03:00
Ao meu ver  dever a letra  b