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2014-05-18T18:55:54-03:00

........PCl5(g) →PCl3(g)+Cl2(g) 
Início........1,00.→..0......0 
Reagiram.0,47.→..0......0 
Formaram...-...→..0,47..0,47 
Equilíbrio.0,53.→..0,47..0,47 

Observe a tabela acima: 

1) Linha "Início": havia 1,00 mol de PCl5(g) e não havia PCl3(g) nem Cl2((g). 

2) Linha "No equilíbrio": O problema diz que "no equilíbrio, havia 0,47 mols de Cl2(g)". Esse dado vai para a 3ª coluna. Pela estequiometria, acontece com o PCl3(g) o mesmo que aconteceu com o Cl2(g), isto é, a 2ª coluna recebe 0,47 mols também. A 1ª será preenchida depois. O próximo passo é preencher as linhas "Formaram" e a "Reagiram". 

3) Linha "Formaram": Se não havia Cl2(g) e existem 0,47 mols, é claro que se formaram 0,47 mols. Pelos conhecimentos de estequiometria, sabe-se que, se foram formados 0,47 mols de Cl2(g), foram formados, também, 0,47 mols de PCl3(g). 

4) Linha "Reagiram": Também pela estequiometria, se foram formados 0,47 mols de PCl3(g) e 0,47 mols de Cl2(g), foi preciso que reagissem, igualmente, 0,47 mols de PCl5(g). 

5) Linha "No equilíbrio": Agora, sim, podemos preencher a 1ª coluna dessa linha. Basta subtrair os dados da linha "Reagiram" dos dados da linha "Início": 1,00 - 0,47 = 0,53. 

Com a tabela preenchida, utiliza-se apenas a última linha para o cálculo da constante de equilíbrio: 

Kc = [PCl3(g)].[Cl2(g)] / [PCl5(g)] 

Com os valores dos números de mols das substâncias presentes no equilíbrio e o volume do recipiente, que é 1 L,, as concentrações molares podem ser calculadas: 

[PCl3(g)] = 0,47/1 = 0,47 mol/L 

[Cl2(g)] = 0,47/1 = 0,47 mol/L 

[PCl5(g)] = 0,53/1 = 0,53 mol/L 

Substituindo esses valores em Kc, temos: 

Kc = [PCl3(g)].[Cl2(g)] / [PCl5(g)] 

Kc = (0,47).(0,47) / (0,53) 

Kc = 0,42 (alternativa C). 

(UFRGS) 

Usemos uma tabela semelhante à da questão anterior: 

..............N2(g)+3H2(g)→2NH3(g) 
Início........1,0 + 3,0.....→..0 
Reagiram.0,04...0,12...→..0 
Formaram...-.........-......→0,08 
Equilíbrio.0,96...2,88....→0,08 

A compreensão do preenchimento dessa tabela é fundamental para a solução do problema. Os dados são colados na tabela na ordem abaixo, que não é a mesma das linhas da tabela: 

1) Linha "Início": havia 1,0 mol de N2(g) e 3,0 mols de H2(g). Esses valores nada têm a ver com os coeficientes estequiométricos do N2(g) e do H2(g) na equação. A coincidência deve ter sido feita de propósito pelo avaliador para confundir o avaliado. Voltando à tabela, não havia NH3(g) no início, portanto a 3ª coluna da linha "início" recebe um zero ou um tracinho. 

2) Linha "No equilíbrio": O problema diz que "no equilíbrio, havia 0,08 mols de NH3(g)". Esse dado vai para a 3ª coluna. A 1ª e a 2ª colunas ainda não podem ser preenchidas. O próximo passo é preencher as linhas "Reagiram" e a "Formaram". 

3) Linha "Reagiram": Pelos conhecimentos de estequiometria, sabe-se que, para se formarem 0,08 mols de NH3(g), foram consumidos 0,04 mols de N2(g) e 0,12 mols de H2(g), pois a proporção entre essas três substâncias na equação é 2:1:3. Assim, a 1ª e a 2ª colunas da linha "Reagiram recebem os valores 0,04 e 0,12. 

4) Linha "Formaram": Se no início não havia NH3(g) e, no equilíbrio, aparecem 0,08 mols de NH3(g), é claro que se "formaram" 0,08 mols desse gás. A 3ª coluna dessa linha recebe o valor 0,08. Note que tanto a 1ª quanto a 2ª linhas recebem um tracinho. Isso ocorre porque essas colunas dizem respeito aos reagentes, e NH3(g) é produto. 

5) Linha "No equilíbrio": Agora, sim, podemos preencher a 1ª e a segunga colunas dessa linha. Basta subtrair os dados da linha "Reagiram" dos dados da linha "Início": 

Para o N2(g): 1,00 - 0,04 = 0,96. 

Para o H2(g): 3,00 - 0,12 = 2,88. 

Esses são os valores que preencherão a 1ª e a 2ª colunas da linha "No equilíbrio".