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2014-05-21T10:34:00-03:00
Podem ser classificados, segundo o "momento" em que ocorreram, em cadeias orogênicas antigas ou dobramentos antigos e cadeias orogênicas recentes ou dobramentos recentes.

As cadeias orogênicas antigas, ou dobramentos antigos, correspondem às estruturas orogênicas , mais antigas, datam do Pré-Cambriano. Exemplos: Montes Apalaches (EUA), Alpes Escandinavos (Península da Escandinávia, onde se localizam a Noruega e a Suécia), Montanhas Caledônicas (Escócia), Serras do Mar, Mantiqueira e do Espinhaço (Brasil) e outros.
No Brasil, a manifestação dessas forças tectônicas ou orogênia antiga, ocorrida entre 700-45 M.A. (milhões de anos), são conhecidas com o nome de ciclo brasiliano.



As cadeias orogênicas recentes, ou dobramentos recentes, correspondem às estruturas orogênicas que se formaram no final do Mesozóico e no Cenozóico (Período Terciário).


Enquanto as cadeias orogênicas antigas encontram-se bastante desgastadas, em virturde da ação exercida pelos agentes da erosão e da inexistência de movimentos tectônicos importantes que as modificassem ao longo do tempo geológico, as cadeias orogênicas recentes formam grandes montanhas e cordilheiras de elevadas altitudes. Ambos os tipos de cadeias apresentam complexidade rochosa e estrutural.
Características das cadeias orogênicas recentes:
- Sua formação, assim como a das antigas, está estreitamente relacionada à tectônica de placas;
- Constituem terrenos instáveis, pois geralmente se encontram nas bordas dos continentes ou na zona de contato entre as placas tectônicas e apresentam intensa atividade tectônica, destacando-se os terremotos, o vulcanismo, as intrusões magmáticas e os falhamentos;
- Apresentam elevadas altitudes e picos culminantes, destacando-se os montes Everest (8872 m) e Canchenjunga (8603m) na Cordilheira do Himaláia, o Aconcágua (6960m), na Cordilheira dos Andes; e o McKinley (6194m), nas Montanhas Rochosas.
Fonte: Melhem Adas

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