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2013-06-28T20:13:53-03:00

Pasteur colocou um caldo orgânico em um recipiente de vidro, ligou a esse recipiente um tubo de vidro bastante encurvado para baixo, seguido de uma pequena curvatura para cima; ele designou esse longo gargalo encurvado como "pescoço de cisne".

A extremidade do gargalo era aberta e permitia a passagem de ar, ao contrário do experimento feito por Spallanzani, que tinha frascos lacrados e sem passagem de ar. Pasteur ferveu o caldo e então, notava-se a saída de vapor pela extremidade do tubo. Ele deixou o caldo resfriar e aguardou os acontecimentos. Passaram-se semanas e o caldo mantinha seu aspecto original, sem turvar-se. Então, Pasteur quebrou o tubo e deixou a base do recipiente contendo o caldo exposto ao ar. Dias depois, o caldo ficou turvo e com micróbios (bolores, inclusive). Pasteur concluiu que, se houvesse um "príncipio vital", ele não teria sido destruído pela fervura e que tinha submetido o líquido, semanas antes. Ele mostrou que o caldo não gera micróbios, pois não ocorrem alterações durante semanas; apenas quando o "pescoço de cisne" foi removido é que os micróbios desenvolveram-se. De onde surgiram esse micróbios, então? Pasteur conclui que os micróbios vieram do ar e caíram no caldo, onde se multiplicaram. Durante todo o experimento, as curvas do pescoço de cisne funcionaram como uma barreira à entrada de micróbios (como se fosse um filtro), mas não impediam a entrada de ar. Com iss, ficou demonstrado que os micróbios não são gerados pelo caldo e sim são carregados pelo ar. Dessa maneira, colocou fim à longa polêmica e enterrou de vez a ideia de geração espontânea.´

 

Áreas de aplicação da microbiologia: medicina, alimentos e laticínios, agricultura, indústria e ambiente.

 

 

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