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2014-07-03T22:38:57-03:00
O Monóxido de carbono é um gás tóxico, inflamável, incolor, e inodoro. Menos denso que o ar atmosférico, é transportado como um gás não liquefeito em cilindros de alta pressão à no máximo 120 bar (1740 psig) a 21.1ºCO Monóxido de Carbono é classificado como um asfixiante químico, produzindo uma ação tóxica por combinar-se com a hemoglobina do sangue formando a carboxi-hemoglobina. Posto que a afinidade do monóxido de carbono com a hemoglobina é de 200-300 vezes maior que a do oxigênio, apenas um pouco de monóxido de carbono no ar reage com grande quantidade de hemoglobina o que impede a formação de oxi-hemoglobina, causando a chamada asfixia química. 
No Brasil o anexo 11 da Norma Regulamentadora 15 (NR 15), determina que no ambiente de trabalho a concentração máxima para uma exposição semanal de até 48 horas é de 39 ppm. 
Se respirado em concentrações superiores a 50 ppm por um número de horas muito prolongado, o monóxido de carbono produz sintomas de envenenamento. Respirá-lo em concentrações ao redor de 200 ppm produz leve dor de cabeça, em apenas algumas horas. Uma concentração de 400 ppm produz dor de cabeça e desconforto em duas ou três horas. Uma exposição a um nível de 1000-2000 ppm de CO, conjugada com atividade física moderada, produz uma palpitação cardíaca leve em 30 minutos. Nas mesmas condições, em cerca de 2 horas, são produzidas: confusão mental, dor de cabeça acentuada, e náusea. Exposição a uma concentração de 2000-2500 ppm resulta em inconsciência em aproximadamente meia hora. Devido ao Monóxido de Carbono ser inodoro, seus efeitos em concentrações mais altas podem ser tão rápidos que a pessoa tem pouco ou nenhum aviso antes de perder a consciência e morrer.