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2014-07-04T22:44:24-03:00
Primeiramente gostaria de falar que sou fã de carteirinha de Getúlio Vargas, por ser tão populista e o presidente que criou o vestibular, Petrobrás, e aumentou o salário dos trabalhadores de forma extremamente significante, pois no Estado Novo ele já era populista, e na Redemocratização ele foi populista ao extremo!
Na eleição de 1951 Getúlio Vargas candidatou-se pelo PTB (Partido Trabalhador Brasileiro) e concorreu contra Eduardo Gomes (UDN), Cristiano Machado (PSD) e João Mangabeira (PSB).
Getúlio Vargas foi populista e pragmatista na política, nacionalista e desenvolvimentista capitalista brasileiro. Na prática ele enfrentava o capital estrangeiro através de medidas protecionistas, criou a SUMOC (Superintendência da Moeda e do Crédito) criada em 1945, deveria fiscalizar as responsabilidades das casas bancárias e dos bancos. Em meio à uma onda de greves de 300.000 operários em fábricas de São Paulo, em 1951 criou a Petrobrás S.A. No dia 9 de outubro de 1953, a Instrução 70, da SUMOC, encareceu os bens da produção importados, estimulando a fabricação de similares. GV enfrentou em 1954 um protesto de 81 oficiais enviados pelo Ministro da Guerra (Manifesto dos Coronéis), opondo-se ao governo. Getúlio contra-atacou, no dia 1º de maio, aumentou em 100% o salário mínimo, proposto por João Goulart, ministro do Trabalho.
A oposição acusava João Goulart (Ministro do Trabalho) de tramar um golpe para uma "República Sindical". Dadas as pressões, GV teve que afastá-lo. Criticas do governo continuaram na Câmara, o deputado e jornalista Carlos Lacerda apontava a corrupção por elementos ligados ao governo. E por último o Atentado à Rua Toneleiros, que dizem ser uma tentativa para matar Carlos Lacerda e acabou matando o aviador Rubens Vaz em 05/08/2014 foi o estopim, para que o governo de GV chegasse ao seu fim, vendo-se pressionado por todos os lados, e sem provas contra ele, mesmo assim as forças do exercito obrigaram-o a renunciar o cargo de presidente. GV disse "só saio daqui morto!", e no dia em que ia dar pronunciamento 24 de agosto de 1954 suicidou-se deixando uma carta-testamento.