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2014-07-05T16:57:32-03:00
                                              Batalha em campo
Dois países diferentes com um mesmo objetivo: Alcançar a semi-final. Com base em análises relativas à partida entre Brasil e Colômbia, podemos reconhecer que o trabalho de um jogador de futebol vai muito além de correr atrás de uma bola e lançá - la entre 2 colunas.
Quatro anos a espera do mundial, período repleto de pressão excessiva transmitida pelo desejo próprio de progresso patriarcal e individual , como todo trabalhador digno possui.O goleiro Julho Cesar é um exemplo de trabalhador que espera por esse progresso, por conta das dificuldades financeiras pelas quais esteve passando com sua família. Com determinação e muito esforço, espera como todos os outros jogadores, dar à torcida brasileira o resultado tão esperado: A vitória.
Devemos reconhecer que o time colombiano não apresentou estar tão preparado tanto físico quanto psicologicamente, porque a organização dos jogadores em campo estava um tanto crítica, situação que, pelo visto, proporcionou as imposições de várias faltas para ambos os times, pois a desorganização afetou o trabalho do time brasileiro.Nessa proporção, muitos daqueles momentos de grandessíssima emoção foram lutas que acabaram por ferir gravemente o jogador Neymar , batalhador cuja a presença no campo  é julgada muito essencial. O que será que acontecerá com ele? 
Por conseguinte, Brasil foi o vencedor, atingindo a tão esperada vitória com garra, esperança , força e perspicácia, representando bem o povo brasileiro;todavia,mesmo tendo em vista as brigas, as rivalidades presentes entre Brasil e Colômbia , ao final do jogo vimos uma força maior imperar: A força da paz. Os fortes abraços dados entre companheiro, orações de agradecimentos, consolo ao próximo...Sim, foi a representação da vida: Todos nós caímos, pois nem sempre somos os melhores em tudo o que fazemos. Quando caímos, esperamos uma palavra amiga que nos ajude a seguir em frente.Persistimos. Assim,quando alcançamos o nosso ideal, comemoramos.
 
                                                                 Por  Odaléia Gomes da Conceição. (Euzinha)

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