QUERO TRANSFORMAR ESSE TEXTO EM UM DIÁLOGO, ME AJUDEM POR FAVOR.

BRINQUEDO DE POBRE

Eu quero dar a idéia de um divertimento inocente. Há tão poucos divertimentos que não tenham algo de culpável!
Quando você sair de manhã com a intenção decidida de vadiar pelas estradas, encha sua bolsa de invenções baratas — tais como, um polichinelo movido à corda, os ferreiros que batem na bigorna, um cavaleiro com seu cavalo cuja cauda é um apito — e, ao longo dos cabarés, ao pé das árvores, faça uma homenagem às crianças desconhecidas e pobres que você encontrar, Você verá os olhos delas se arregalarem desmesuradamente. De início, não ousarão pegar os presentes, duvidarão da própria felicidade. Depois suas mãos agarrarão, rapidamente, o presente e fugirão como fazem os gatos que vão comer longe de você o pedaço que você lhes deu, tendo aprendido a desconfiar dos homens.
Em uma estrada, atrás da cerca de um vasto jardim, ao fim do qual aparecia a brancura de um lindo castelo ensolarado, havia um menino lindo e sadio, vestido com essas roupas do campo e cheio de elegância.
O luxo, o descuido e o espetáculo habitual da riqueza tornam essas crianças tão bonitas que a gente crê que sejam feitas de outra matéria que os filhos da mediocridade e da pobreza.
Ao lado dele, jazia, sobre a relva, um brinquedo esplêndido, tão novo quanto seu dono, envernizado, dourado, vestido com uma roupagem purpurina e coberto de plumas e de vidrilhos. Mas o menino não se ocupava de seu brinquedo preferido e vejam para o que ele olhava: do outro lado da cerca, na estrada, entre os espinhos e as urtigas, havia outro menino, sujo, magro, fuliginoso, uma dessas marmotas-párias, em quem um olho imparcial descobriria beleza, sim, como o olho de um conhecedor adivinha uma pintura ideal sob o verniz de carroceiro e o limpa da repugnante pátina da miséria.
Através dessas barras simbólicas separando os dois mundos, a estrada e o castelo, a criança pobre mostrava à criança rica o seu próprio brinquedo, que esta examinava avidamente como um objeto raro e desconhecido. Ora, tal brinquedo, que o pequeno sujinho irritava, agitava e sacudia dentro de uma gaiola, era um rato vivo! Os pais, por economia, sem dúvida, tinham tirado o brinquedo do dia-a-dia da vida.
E os dois meninos riam, um para o outro, fraternalmente, mostrando os dentes de igualbrancura.

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Respostas

2014-08-01T23:38:09-03:00
Crie um personagem para dialogar, no texto o narrador é o eulírico, cria o dialogo esse tal personagem converssando com as crianças as quais ele entrega os presentes. cria um diálogo entre a criança rica e a pobre sobre o raro brinquedo. Tira base do texto para as falas da pra sair muitas falas aí.
Consegue transformar pra mim ?
Poxa Mikaelly seria mais interessante que vc criasse esse diálogo, vc consegue. Vc vai dar vida aos personagens, perceba que no texto narrativo eles não falam, mas agora eles vão começar a falar; comece relatando o local que se iniciara a converssa, depois comece a converssa entre os personagens colocando travessão no seu texto.
Nesse texto como o narrdor é o próprio euliríco, de a fala a ele.
De uma fala por exemplo assim para o narrador: - Eu troxe um brinquedo muito interessante pra vc criança, pegue, venha , pegue.